
André Ventura retomou a questão dos tiros com armas na noite de Ano Novo para afirmar que Portugal está a se tornar um “país fora de controle” que necessita de um Presidente “com legitimidade e uma vitória expressiva para dizer ao povo como deverá ser organizado”.
O candidato do Chega opinou que “vencer com 22% é uma coisa, mas se ganhar com 27, 28 ou 30% facilitará a imposição de ordem no país”, almejando uma primeira volta o “mais confortável possível”.
No comício em Porto de Mós, ele previu uma “transformação patriótica, um povo que começa a despertar e que deseja algo distinto para a nação”. Chamou à mobilização para o voto, convidando aqueles que querem “fazer algo” pelo país e prometendo não decepcionar. Nesse contexto, relatou que um jovem do Luxemburgo lhe disse que só retornaria se ele vencesse, recordando suas palavras: “Não me decepcione, porque, se falhar, vocês são a nossa última esperança.” O candidato concluiu que isso vai além do papel de candidato, encarando-o como uma “responsabilidade quase histórica“.
“Não é um evento [que vai acontecer], é agora, nós somos a transformação. Portugal está despertando. Quero pedir que no dia 18 [de janeiro], não se dê apenas um pequeno toque para acordar, mas sim um abalo. E haverá um tsunami colossal que fará com que este país sinta que despertou por completo.”
“Não houve [uma mudança com Marcelo], eu vou realizar a esperança que estamos oferecendo às pessoas, e essa esperança é um Presidente que decida, que coloque o país em ordem, que acabe com a corrupção, que diga ao povo que vai atuar e não apenas falar; Marcelo Rebelo de Sousa prometeu que faria e não fez. Eu espero cumprir e essa é a distinção entre nós.”
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