
As emergências nos hospitais privados observaram, entre o Natal e o Ano Novo, um , impulsionado pelas baixas temperaturas e pelo aumento da oferta, conforme informou a associação do setor.
Em declarações à agência Lusa, o líder da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP), Óscar Gaspar, destacou que este é “um aumento bastante expressivo” na atividade, mas enfatizou que não se trata de “algo inédito ou inesperado”.
“É sabido que no final de dezembro e durante o mês de janeiro geralmente ocorre um pico considerável de atendimentos à emergência, o qual é intensificado quando enfrentamos invernos mais rigorosos e chuvosos, resultando em mais casos de problemas respiratórios”, afirmou o dirigente.
Conforme o presidente da APHP, o crescimento médio de 20% na procura pelos serviços de emergência, entre 22 e 31 de dezembro, deve-se primeiramente a um inverno com temperaturas elevadamente baixas, além da ampliação da rede de hospitais privados.
“A principal razão evidente está relacionada com o inverno e as temperaturas negativas, levando a um aumento nas consultas de emergência, tanto no setor público quanto privado”, comentou.
No que diz respeito à hospitalização privada, a atividade “tem se expandido de maneira considerável” nos últimos anos: “Temos mais hospitais (…) e em diversas regiões do país, desde o norte ao sul, além das regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Portanto, é natural que hoje tenhamos um número muito maior de pacientes do que tínhamos há cinco ou dez anos”, enfatizou.
Óscar Gaspar aproveitou a oportunidade para enfatizar a importância da informação aos usuários sobre os tempos de espera nos serviços de emergência, tanto para adultos quanto para crianças, lembrando que essas informações estão disponíveis nos sites dos diferentes hospitais.
Seguindo a orientação do Ministério da Saúde, o presidente da associação pediu à população que se informe sobre os tempos de espera antes de procurar as emergências, embora ressaltando que “não são alarmantes”.
“Na maioria dos hospitais e nas diversas regiões do país, o tempo de espera é entre uma e uma hora e meia para adultos, bem menos no caso da pediatria”, mas é fundamental ter essa conscientização, ressaltou.
Quanto a outros serviços privados, como consultas domiciliares, Óscar Gaspar mencionou que não possui dados sobre a procura, mas a percepção é a de um “crescimento significativo”.
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