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Roteiro Agulhas destaca a principal conexão com os Grupos Diocesanos

A coordenadora destaca que a missão original do Grupo VITA foi concebida para um período de três anos, e qualquer
<p>Roteiro Agulhas destaca a principal conexão com os Grupos Diocesanos</p>

A coordenadora destaca que a missão original do Grupo VITA foi concebida para um período de três anos, e qualquer prorrogação estará condicionada à decisão da Conferência Episcopal e da Conferência dos Institutos Religiosos.

Apresentação do quarto relatório do Grupo Vita.

Lisboa, 27 de janeiro de 2026 (Ecclesia) – A responsável pelo Grupo VITA revelou hoje que a decisão sobre a continuidade da estrutura, que inicialmente tinha como objetivo três anos, é da competência exclusiva da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) e da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP).

“Essa decisão é totalmente da Conferência Episcopal em colaboração com a CIRP”, afirmou Rute Agulhas a repórteres, ao finalizar a apresentação do 4.º Relatório de Atividades, realizada no Seminário de Alfragide (Amadora).

A psicóloga lembrou que o Grupo VITA foi establecido para um planejamento de três anos, o qual se concluirá em maio de 2026, e que, caso aconteça uma renovação do mandato, os objetivos precisam ser distintos dos de 2023, demonstrando assim disponibilidade “para prosseguir com este processo”.

“Queremos deixar claro que, se houver continuidade, é imprescindível reformular efetivamente os objetivos”, explicou, sublinhando a importância de um “maior trabalho em rede” com as Comissões Diocesanas e os serviços de proteção das congregações.

Rute Agulhas argumentou, contudo, que a presença de um “grupo externo, mais independente” é ainda necessária, funcionando como um canal seguro para vítimas que ainda não confiam nas instâncias internas da Igreja.

Ao ser questionada sobre o processo de validação das denúncias para compensação financeira, lembrou que as interações com as vítimas têm como intuito verificar a autenticidade dos relatos.

“É preciso esclarecer o quê, quem, onde e quando. Assim que tivermos isso minimamente confirmado, o processo avança”, esclareceu.

A coordenadora reconheceu que, em alguns casos, a identificação do agressor é desafiadora, especialmente quando se trata de padres convocados para celebrações esporádicas, mas enfatizou que esses processos seguem em frente mesmo quando existem “dúvidas persistentes”.

Acerca dos atrasos nos pagamentos das compensações financeiras, Rute Agulhas remeteu os esclarecimentos para a CEP, relembrando o recente pedido de desculpas dos bispos e sublinhando que a avaliação do processo ainda está em andamento.

A responsável também discutiu o conceito de justiça restaurativa, alertando que isso não significa obrigar o encontro entre vítimas e agressores, mas pode envolver pedidos de desculpas institucionais, desde que estes sejam “genuínos”.

No seu 4.º Relatório de Atividades, apresentado hoje à tarde, o Grupo VITA fez um balanço do trabalho realizado desde 2023, apresentando direções para o futuro da proteção de menores e grupos vulneráveis na Igreja Católica em Portugal.

OC

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