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Tomaz Morais discursou durante a Associação Nacional de Treinadores de Futebol 2026, que ocorre no Palácio dos Congressos do Algarve. O diretor da formação do Sporting destacou o esforço desenvolvido:
«A formação é o ponto de partida. Às vezes, quando observamos o jogador e a partida, estamos a analisar o resultado final. Vemos o que é exibido diariamente na televisão e nos estádios. Contudo, é fundamental compreender que a trajetória de um jogador até esse nível envolve um longo percurso, que abrange muitas pessoas e diversos treinadores, todos com abordagens distintas. A integração desse processo educativo pode gerar atletas prontos para o futebol profissional e a elite. Esse é sempre o objetivo, especialmente em um clube de formação. Além disso, também almejamos prepará-los para a vida, pois essa é a filosofia que seguimos. Buscamos moldar indivíduos que consigam desempenhar suas funções em qualquer circunstância. Também oferecemos suporte que vai além do esporte. Esta é a nossa principal preocupação no futebol. Todavia, trata-se de um percurso extenso».
O dirigente comentou sobre a situação dos leões:
«O Sporting possui um projeto que foi apresentado há muitos anos, totalmente fundamentado na formação. Existe uma visão definida, que é defendida pelo seu presidente. Nossa missão é clara: atender as necessidades da equipe principal. São 217 pessoas cientes de que seu propósito é preparar atletas para a equipe A. A interação diária entre eles é excelente. Nenhum clube se sustenta se a relação entre formação e equipe profissional não for sólida. Tudo precisa ser transparente. Acima de tudo, é crucial que se saiba coordenar em conjunto. O futebol é extremamente competitivo, lidamos com 11 meses de alta intensidade. Precisamos estar prontos para atender a essas demandas».
Tomaz Morais enfatizou que existe um plano personalizado para cada atleta:
«Não posso afirmar o que nos torna únicos. Nossa abordagem é repleta de paixão; quando trabalhamos, fazemos isso com um entusiasmo forte pela formação e nos dedicamos a cada jogador, pois todos têm um plano individualizado. Alguns estão mais adiantados na transição para o futebol profissional e têm outras diretrizes. É assim que atuamos diariamente. A oportunidade chegará um dia, e eles devem aproveitar. Tentamos inculcar um forte senso de autonomia. O atleta é quem entra em campo. Transmitimos a mentalidade correta. Acreditamos que a disciplina é a base do êxito. Trabalhamos de forma integrada, onde todos têm igual importância. Para nós, a estreia de um jogador na equipe A é tão emocionante quanto marcar um gol. Outros optam pela universidade, e isso também merece celebração, mesmo enquanto jogam futebol».
Tomaz Morais optou por não detalhar a situação de Quenda e João Simões:
«Quenda? Não me entendam mal, devido à minha posição, preciso avaliar todos os atletas, tanto os que chegam quanto os que não fazem parte da equipe principal. Esta é a minha perspectiva. João Simões e outros seguiram para a universidade. Se eu focasse só em um, não seria justo».
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