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Bruno Varela avalia administração do Vitória SC e indaga sobre saída de Luís Pinto: Foi mais pela pressão dos torcedores

- Publicidade - Bruno Varela fez algumas observações ao jornal A Bola, onde comentou sua saída do Vitória SC, assim
Bruno Varela avalia administração do Vitória SC e indaga sobre saída de Luís Pinto: «Foi mais pela pressão dos torcedores»

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Bruno Varela fez algumas observações ao jornal A Bola, onde comentou sua saída do Vitória SC, assim como a situação atual do clube de Guimarães e a dificuldade em manter treinadores por períodos prolongados. O goleiro também expressou algumas críticas direcionadas a António Miguel Cardoso.

«Sobre a minha saída, sempre fui muito transparente: tinha mais um ano de contrato e queria cumpri-lo, para depois avaliar as possibilidades. Contudo, a partir do momento em que o presidente decidiu que eu tivesse que sair, não poderia insistir na minha permanência. Compreendo a visão que ele tinha: o Vitória precisa de valorizar jovens jogadores para enfrentar as dificuldades financeiras, e um atleta de 30 ou 33 anos não proporciona o mesmo retorno que um de 20…», começou a relatar o atual goleiro do Al Hazm.

«O que realmente me afetou não foi a decisão em si, mas a maneira como tudo se desenrolou. Senti que faltou um certa sinceridade. O presidente nunca me abordou diretamente, tudo era comunicado através do meu agente ou do vice-presidente, que me transmitia as informações. Como capitão, sempre fui muito franco com ele em prol do grupo e achava que merecia essa sinceridade em uma conversa direta. Eu queria continuar, mas com a pressão exercida sobre o meu empresário para a minha saída, percebi que não havia outra alternativa», completou Bruno Varela.

O goleiro, que se formou nas categorias de base do Benfica, também comentou sobre a situação atual do Vitória e as constantes mudanças de treinadores na equipe.

«Nos cinco anos que estive no Vitória, contando com os interinos, tive aproximadamente 12 ou 13 treinadores. É um número elevado… Quando a pressão externa aumenta, as direções costumam optar pela decisão mais simples, que é dispensar o treinador. (…) Se o presidente acredita no projeto, deve mantê-lo até o fim e não se deixar influenciar pelo que vem de fora. No caso recente do treinador Luís Pinto, o presidente afirmava que ele era o responsável pelo projeto e não creio que a visão tenha mudado em apenas uma semana. Foi certamente uma reação à pressão dos torcedores», declarou.

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