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D. Virgílio Antunes preocupa

«Muitas pessoas estão a enfrentar dificuldades», destaca o bispo da diocese Foto: Lusa/EPA Coimbra, 04 de fevereiro de 2026 (Ecclesia)
D. Virgílio Antunes preocupa

«Muitas pessoas estão a enfrentar dificuldades», destaca o bispo da diocese

Foto: Lusa/EPA

Coimbra, 04 de fevereiro de 2026 (Ecclesia) – O bispo de Coimbra expressou sua apreensão em relação ao aumento esperado do nível do rio Mondego, causado pela nova depressão, designada Leonardo, e ofereceu as instalações do Seminário Maior para acolher possíveis pessoas desalojadas.

Em entrevista à Renascença e à Agência ECCLESIA, D. Virgílio Antunes reconheceu que, após a passagem da tempestade Kristin, a região enfrenta agora uma nova ameaça climática que requer planos de emergência.

“Agradecidamente, a situação está a estabilizar, embora um novo medo esteja a ressurgir, que é o aumento do nível de alguns rios, especialmente do rio Mondego, que parece iminente”, comentou o bispo na tarde de terça-feira.

O prelado alertou que, “com a quantidade de chuvas prevista para os próximos dias, especialmente um pico na quinta-feira e no domingo, pode ocorrer algo muito sério para toda a região de Coimbra, especialmente para a cidade e o baixo Mondego”.

A Diocese de Coimbra foi uma das mais impactadas pela depressão da semana anterior, junto com Leiria e Santarém, com o bispo relatando “muitos danos, principalmente na área mais ao sul da Diocese de Coimbra”.

  1. D. Virgílio Antunes lembrou que “muitas pessoas estão a sofrer devido à tempestade que atingiu, especialmente, as suas residências, e que várias localidades ficaram sem água, eletricidade, comunicações e até temiam que algo pior tivesse acontecido a algum membro de suas famílias”.

Para fazer face à emergência social, a Igreja local mobilizou a Cáritas Diocesana, “uma instituição com alta capacidade para responder às necessidades mais urgentes e básicas”.

Além do suporte material, a diocese disponibilizou locais para abrigo, em colaboração com as câmaras municipais e a Proteção Civil.

“Existem também algumas instalações que estão disponíveis, como o seminário, apesar de sabermos que a Câmara e os municípios desta região, junto com todos os órgãos de proteção civil, já têm planos A e B em funcionamento”, acrescentou.

Quando questionado sobre críticas quanto à falta de apoio em algumas áreas, D. Virgílio Antunes reconheceu a dificuldade de resposta devido à magnitude da catástrofe, mas salientou o esforço conjunto.

“Por mais provisões que existam, muitos não estavam preparados, e é claro que não se pode prever todas as situações e circunstâncias, pois a realidade se impõe e, por vezes, supera nossas capacidades”, explicou.

Apesar disso, o bispo de Coimbra assegurou que “todas as pessoas envolvidas têm uma enorme vontade de enfrentar essa questão da melhor forma possível”.

“As instituições e entidades públicas e privadas estão a fazer tudo que está ao seu alcance e, provavelmente, teremos a capacidade de acolher e responder a todos”, concluiu.

Portugal enfrenta hoje a chegada da depressão Leonardo, com chuvas intensas e vento forte, num momento em que o país ainda contabiliza os danos deixados pela tempestade Kristin, que causou 10 fatalidades e deixou um rasto de destruição em infraestruturas e habitações.

OC

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