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A equipe técnica do Palmeiras decidiu não participar da habitual coletiva de imprensa após o empate deste domingo diante do Corinthians (0-0), realizado na Neo Química Arena.
O clube paulista utiliza este silêncio como uma forma de protestar contra as recentes decisões da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), cujo ponto alto foi a negativa do efeito suspensivo aplicado ao severo castigo de oito jogos imposto a Abel Ferreira. Foi devido a essa punição que o técnico não pôde estar à beira do campo, sendo o assistente João Martins quem assumiu a direção da equipe durante o dérbi.
Segundo informações obtidas de fontes ligadas ao Palmeiras, o clube está elaborando uma defesa para enfrentar o que é considerado internamente uma verdadeira ‘perseguição’ ao treinador português.
Pontos cruciais da defesa do Palmeiras no recurso contra essa suspensão incluem a análise de dois vídeos de partidas contra o Fluminense e o São Paulo, que resultaram nas expulsões que levaram à suspensão de oito jogos. A defesa busca provar a existência de um relatório falso e uma total falta de critérios.
Embora Abel Ferreira reconheça que, por vezes, ultrapassa os limites à beira do campo e aceite que mereceu ser expulso quando infringiu as regras, a diretoria do ‘Verdão’ considera a sanção de oito jogos absolutamente desproporcional, sentindo que o técnico está sendo alvo de avaliações excessivas.
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