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Inês Sousa Real reconduzida como representante do PAN e assegura todas as posições da liderança

Acompanhe nosso liveblog sobre política atual.Inês de Sousa Real foi reeleita neste sábado para seu terceiro mandato como porta-voz do
<p>Inês Sousa Real reconduzida como representante do PAN e assegura todas as posições da liderança</p>

Acompanhe nosso liveblog sobre política atual.

Inês de Sousa Real foi reeleita neste sábado para seu terceiro mandato como porta-voz do PAN, recebendo 69 dos 72 votos dos delegados, garantindo todos os postos na direção.

Os resultados foram revelados pelo presidente da mesa do X Congresso do PAN, João Fontes da Costa, aproximadamente às 17h45, após uma votação secreta realizada na última hora antes do anúncio dos resultados.

Dos 72 votos possíveis (número de delegados presentes), a lista B, “Em frente pelas causas”, obteve 69 votos (95,3%), enquanto a lista A, “Transformar para Crescer”, que se ausentou em protesto, recebeu apenas um voto (1,38%). Dois votos foram em branco.

O partido tinha informado que 114 delegados estariam presentes no Congresso, mas o número final ficou muito abaixo do esperado.

Dessa forma, a lista de Inês de Sousa Real reforçou sua representação na Comissão Política Nacional, conquistando todos os 27 cargos.

A lista oposicionista, liderada por Carolina Pia, não compareceu em protesto contra a organização do encontro, e a expectativa de um Congresso com poucas divergências em relação à liderança atual confirmou-se, com mais de setenta delegados comparecendo em Coimbra para mostrar apoio à porta-voz do partido desde 2021.

Sousa Real, que fora eleita em 2023 com 72% dos votos para a Comissão Política Nacional, viu sua influência na direção acentuada ao receber 69 dos 72 votos dos delegados, o que corresponde a todos os comissários – antes, contava com 20 dos 27 mandatos.

No Conselho de Jurisdição, a lista da líder também conquistou os três postos disponíveis. A lista rival teve apenas um voto, e houve dois votos em branco, enquanto os restantes 69 foram para Sousa Real.

No discurso de encerramento, a porta-voz do PAN enfatizou a grave ameaça global, solicitando um diálogo entre todos os partidos do “espectro democrático” para garantir a proteção dos direitos humanos.

A tensão interna dos últimos meses, marcada por demissões e desfiliações, não se refletiu, e Sousa Real teve um papel central nos diversos ponto da agenda, já que sua lista propôs, além da candidatura à liderança e à jurisdição, a única alteração aos estatutos e a única moção setorial – ambas aprovadas por unanimidade em votação com levantamento de mãos.

O auditório do ISCAC estava longe de estar cheio, com a quantidade de delegados presentes no congresso ficando aquém do anunciado. A direção havia declarado que 114 delegados estariam presentes, mas somente 72 pessoas participaram das eleições para os órgãos.

Apesar de ausente, a lista A, de Carolina Pia, foi mencionada por vários delegados em suas intervenções sobre a moção global estratégica de Sousa Real, que criticaram a ex-dirigente, acusando-a de imaturidade, desrespeito pelo PAN e de ter apresentado um comportamento “deplorável”.

Entre as figuras do partido, o último candidato do partido nas eleições europeias, Pedro Fidalgo Marques, alertou que as “causas não perdoarão” se forem “sacrificadas em disputas internas” e defendeu que o partido “só crescerá se voltar a ser útil”.

Com o tom dos delegados claramente alinhado com a porta-voz, a crítica mais direta à direção foi feita pelo delegado José Carvalho, que declarou estar “desapoiado” pela estrutura nacional do partido durante as últimas eleições autárquicas e afirmou não se sentir ouvido pelos líderes.

Do Congresso surge uma nova Comissão Política Nacional, totalmente composta por membros da lista B de Sousa Real, com os primeiros dez nomes da moção sendo Hugo Alexandre Trindade, Tânia Mesquita, João Fontes da Costa, Sandra Pimenta, Saúl José Rosa, Carla Marques, Ernesto Morais, Sílvia Marques e Paulo Vieira de Castro.

O partido também elegeu um novo Conselho de Jurisdição Nacional, composto exclusivamente por membros da lista de Sousa Real: Alexandra Reis Moreira, ex-presidente da CPN, Teresa Passos Gonçalves e Carlos Rafael Sousa.

O Congresso ainda aprovou uma alteração estatutária que estabelece a duração dos mandatos da direção e do porta-voz em três anos, respondendo às objeções do Tribunal Constitucional que haviam barrado as últimas mudanças nos estatutos.

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