
O líder do Tribunal da Relação de Lisboa rejeitou as contestações de dois advogados envolvidos na Operação Influencer, o que permitirá ao juiz de instrução acessar os seus correios eletrônicos, conforme informado hoje pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
As contestações referiam-se a uma suposta violação do segredo profissional e foram levantadas por dois advogados com o objetivo de barrar a consulta aos seus emails.
Em um comunicado enviado pela PGR, foi indicado que “o Presidente do Tribunal da Relação de Lisboa proferiu uma decisão indeferindo os incidentes relativos à violação do segredo profissional apresentados por dois advogados”.
A decisão foi anunciada na quinta-feira, e, uma vez que “transite em julgado, iniciar-se-ão os trâmites para a seleção das provas pertinentes em relação aos emails”, acrescentou a PGR.
Dado que se tratava de correios eletrônicos de advogados, a análise dos recursos dependia do Tribunal da Relação de Lisboa e, agora, o juiz de instrução será responsável por selecionar os emails que estarão acessíveis ao Ministério Público.
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No início deste mês, dois anos após as buscas realizadas na Operação Influencer, Amadeu Guerra afirmou que ainda era necessário acessar os emails confiscados, o que ainda não permitia concluir a investigação.
“Foi confiscado correio eletrônico durante o inquérito, e os acusados recorreram. Enquanto não tivermos acesso à informação contida nesses emails, não poderemos prosseguir”, declarou Amadeu Guerra à margem de um encontro dos Gabinetes de Apoio às Vítimas, realizado em 7 de novembro.
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