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Observatório cósmico descobre astros multicoloridos com precisão inédita

O telescópio espacial James Webb desvelou um conjunto vibrante de estrelas e poeira luminosa com uma clareza sem precedentes na
Observatório cósmico descobre astros multicoloridos com precisão inédita

O telescópio espacial James Webb desvelou um conjunto vibrante de estrelas e poeira luminosa com uma clareza sem precedentes na maior nuvem de formação estelar da Via Láctea, conforme anunciou na quarta-feira a agência espacial dos Estados Unidos, NASA.

“O Telescópio Espacial James Webb da NASA revelou uma diversidade colorida de estrelas massivas e poeira cósmica fulgurante na nuvem molecular Sagittarius B2, a região de formação estelar mais intensa e dinâmica da nossa galáxia, a Via Láctea”, informou a NASA em um comunicado.

A entidade espacial ressaltou que “os potentes instrumentos infravermelhos do Webb oferecem detalhes que jamais foram presenciados anteriormente”.

Com a ajuda do telescópio, que envolve colaboração da NASA, da Agência Espacial Europeia e da Agência Espacial Canadense, os cientistas poderão esclarecer alguns dos enigmas relacionados à formação de estrelas massivas, segundo o comunicado.

Por meio do telescópio, será possível também entender os motivos pelos quais Sagittarius B2 é consideravelmente mais ativa em comparação com o restante do centro galáctico”, afirmou o astrônomo e principal pesquisador do projeto, Adam Ginsburg, da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos.

A nuvem Sagittarius B2 localiza-se a algumas centenas de anos-luz do buraco negro supermassivo no núcleo da Via Láctea, conhecido como Sagitário A, uma área densamente povoada por estrelas, nuvens de formação estelar e campos magnéticos complexos.

A luz infravermelha captada pelo telescópio Webb consegue penetrar algumas das nuvens densas da região, revelando estrelas jovens e a poeira quente que as circunda.

Um dos aspectos “mais impressionantes das imagens de Sagittarius B2” obtidas pelo telescópio Webb é a presença de áreas escuras, de acordo com a NASA.

Embora essas regiões escuras aparentem estar vazias, elas são compostas por gás e poeira tão compactos que o telescópio não consegue observar através delas.

Essas nuvens densas são a matéria-prima para futuras estrelas, além de servirem como abrigo para corpos celestes que ainda são jovens demais para emitir luz.

De acordo com a NASA, o Telescópio Espacial James Webb é o principal observatório de ciências espaciais no mundo.

Além disso, a agência afirmou que o telescópio está desvendando mistérios do sistema solar e observando mundos distantes ao redor de outras estrelas.

O James Webb também investiga as origens do universo e o papel da humanidade dentro dele, conforme mencionado pela NASA.

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