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Presépio de Priscos serviu como chamado à consciência comunitária, e revelou rotas de inclusão, respeito e resiliência

O padre João Torres destaca que o presépio vivo da Paróquia de São Tiago «comunica, especialmente ao coração e à
<p>Presépio de Priscos serviu como «chamado à consciência comunitária», e revelou «rotas de inclusão, respeito e resiliência»</p>

O padre João Torres destaca que o presépio vivo da Paróquia de São Tiago «comunica, especialmente ao coração e à consciência»

Braga, 12 de janeiro de 2026 (Ecclesia) – O pároco da Paróquia de São Tiago de Priscos, pertencente à Arquidiocese de Braga, sublinhou o “efeito totalmente positivo” da edição de 2025 do Presépio Vivo, que nesta 19.ª edição buscou destacar “as dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência”.

“Nesta edição, o objetivo foi evidenciar os desafios que as pessoas com deficiência enfrentam, chamando a atenção para a escassez de recursos, a carência de lares, de apoio terapêutico adequado e de reais oportunidades de inclusão social e profissional”, detalhou o padre João Torres sobre a 19.ª edição, que se encerrou no último domingo.

“Mais do que um simples alerta, o Presépio de Priscos funcionou como um apelo à conscientização coletiva, mostrando alternativas viáveis para a integração, dignidade e superação”, acrescentou.

Em sua avaliação aos enviados à Agência ECCLESIA, o padre João Torres enfatiza que o Presépio Vivo de Priscos se estabelece como “um presépio que se comunica — não apenas visualmente, mas, sobretudo, ao coração e à consciência”, mais do que “uma mera representação do Natal”.

De acordo com o pároco de São Tiago de Priscos, este presépio “refere-se a inclusão genuína”, onde todos têm um espaço e um rosto, discorre sobre dignidade humana, que “não é determinada pela força, eficiência ou perfeição”, aborda também a superação, “construída a partir de pequenas conquistas silenciosas”, e expressa esperança, “aquela que surge quando alguém se sente reconhecido, acolhido e valorizado”.

O impacto extremamente positivo desta edição, visível nos olhares emocionados dos visitantes e amplamente testemunhado nas redes sociais, confirma o Presépio Vivo de Priscos como um projeto de referência cultural, pastoral e social.”

Em Priscos, também foi realizada a exposição ‘Do Silêncio à Visibilidade’, um projeto do Centro de Paralisia Cerebral de Beja, desenvolvido no âmbito da Formação Profissional em 2024, que apresentou relatos reais de integração profissional de indivíduos com deficiência, identificando profissionais e empregadores.

A família de Diogo Faria, um jovem portador de Ataxia Congénita, deu início a esta edição do Presépio Vivo de Priscos. Segundo sua mãe, Isabel Faria, o jovem de 20 anos “possui uma força interior bastante singular”, aprendeu música de forma autodidata, toca concertina, guitarra e cavaquinho, além de ter “habilidades na área da informática”.

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O padre João Torres comentou que “o resultado foi bastante positivo”, com a visita de “mais de 180 grupos organizados”, vindo de diversas partes de Portugal e da Galiza, entre os dias 14 de dezembro de 2025 e 11 de janeiro de 2026.

O pároco de Priscos ressalta também que “o êxito” deste presépio ao vivo decorre, em grande parte, “do esforço de cerca de 600 voluntários” que trazem vida a esta “grandiosa apresentação”. Com um espírito de serviço e “senso comunitário, transformam o Presépio em um espaço de convivência, fé, tradição e emoção”, recebendo milhares de visitantes, sejam eles crentes ou não.

Os donativos arrecadados servirão para “auxiliar reclusos na reabilitação de suas vidas”, promovendo a reintegração social e prevenindo novas situações de exclusão; a Paróquia de São Tiago de Priscos conta com a colaboração do Estabelecimento Prisional de Braga na construção e manutenção do Presépio ao Vivo desde há cerca de dez anos, e “muitos ex-reclusos retornam ao evento com suas famílias”.

CB/OC

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