
No último dia 24, um magistrado de Nova Iorque rejeitou duas acusações de terrorismo contra Luigi Mangione, incluindo homicídio em primeiro grau em decorrência de um ato terrorista e homicídio em segundo grau como parte de uma atividade terrorista, considerando-as como “legalmente inadequadas”, conforme a leitura do juiz.
Esse desfecho representa um golpe significativo para os promotores federais, que veem as principais acusações serem anuladas. Não obstante, o juiz Gregory Carro decidiu manter a acusação de homicídio em segundo grau contra Mangione. Isso implica que o graduado da Ivy League, de 27 anos, agora enfrenta uma pena que pode chegar a 15 anos de prisão perpétua no processo estadual, em vez de 25 anos de reclusão sem possibilidade de liberdade condicional.
Vale lembrar que Mangione é suspeito de ter assassinado Brian Thompson, executivo da UnitedHealth, e compareceu a um tribunal estadual em Nova Iorque. Ele se declarou inocente das imputações estaduais e federais em audiências anteriores. Thompson foi fatalmente atingido por disparos no último dia 4 de dezembro, diante de um hotel em Manhattan, onde a empresa estava realizando uma conferência para investidores.
Além disso, Mangione ainda enfrenta acusações federais distintas que podem resultar em pena de morte.
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