António Leitão Amaro discursou no parlamento durante a avaliação específica da proposta do Orçamento do Estado para 2026 (OE2026), em uma audiência conjunta das comissões de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, bem como do Orçamento, Finanças e Administração Pública.
“Na Secretaria-Geral do Governo, continuamos a fusão de oito secretarias-gerais (…) estabelecendo uma única Secretaria-Geral que atende a todo o Governo, não apenas com suas funções tradicionais de apoio à contabilidade, contratação e recursos humanos, mas também com três importantes funções que todos os Governos e a Comissão Europeia necessitam para realizar um trabalho de qualidade”, destacou o ministro.
“Apoio à análise e preparação da decisão política e legislativa, monitoramento da execução da ação governativa e suporte à comunicação institucional”, enumerou.
Atualmente, “a Secretaria-Geral do Governo já possui 315 colaboradores resultantes das primeiras fusões e extinções de secretarias-gerais”, afirmou o ministro da Presidência.
No decorrer do próximo ano, “crescerá com a eliminação das restantes secretarias-gerais, começando com a do ministério das Finanças e do ministério da Educação, e seguindo-se a do Trabalho, Justiça e Saúde”, acrescentou.