
No âmbito do tema relacionado à mensagem papal para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, o Secretariado Nacional das Comunicações Sociais (SNCS) e a Pastoral da Comunicação da Arquidiocese de Évora organizaram um debate na última sexta-feira, que é o foco do Programa ECCLESIA de hoje.
“É um assunto intensamente debatido, e aqui em Évora isso também se reflete, sempre com a percepção de que a inteligência artificial é um recurso e que a parte humana traz a verdadeira humanidade”, afirmou Isabel Figueiredo, líder do SNCS.
Reconhecendo a relevância do trabalho realizado em nossas dioceses, a diretora enfatiza que, neste ano, o secretariado decidiu se deslocar até o Alentejo.
O jornalista Amílcar Matos também esteve presente na discussão e, em conversa com a Agência ECCLESIA, destacou que esta área possui “vozes extraordinárias” e rostos que “marcam presença”.
“Estou perenemente defendendo a minha terra aqui; quem está no Norte provavelmente compartilha do mesmo sentimento, mas acredito que a mensagem se relaciona profundamente com a região Alentejo”, comentou.
A iniciativa de valorizar a comunicação tem sido promovida pelo arcebispo D. Francisco Senra Coelho, que realça que “não há outro propósito” para a Igreja existir se não for para propagar o Evangelho.
O líder católico vê os meios de comunicação de hoje como “novas avenidas” e “autoestradas”, “assim como eram, em tempos passados, os mares e oceanos”.
“A Arquidiocese de Évora não poderia ficar à margem. O trem parte no momento certo; essa é a vida, o fluxo da existência, e se não nos unirmos a ele, ficaremos para trás, ou seja, o Evangelho não irá, não terá o mesmo significado, e perderemos a essência dessa jornada”, alertou.

Pedro Conceição, adjunto do Departamento de Comunicação da Arquidiocese de Évora, informou que, em 2024, a arquidiocese inaugurou um novo estúdio para criação de conteúdos, denominado “Esperança Multimédia”.
“Desejamos que, nesses estúdios, além de produzir conteúdos informativos – que é a minha área – possamos também criar outros materiais que testemunhem e promovam a comunhão pastoral em nossa Arquidiocese”, explica.
O responsável ressalta a importância da comunicação regional para “superar” o isolamento e alcançar as pessoas.
“O arcebispo sempre nos alerta sobre a desertificação, e a realidade é que muitos cristãos e cidadãos engajados já não conseguem frequentar a Eucaristia ou estar com a comunidade. Estamos trabalhando por eles e mais, quebrando essas barreiras da desertificação”, finalizou.
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